Ela sabe a filha que tem
Uma polêmica não tem tanta graça quando certo número de pessoas passa a concordar com as afirmações. Acho que daí já não é mais uma polêmica, né?
O seqüestro mais comentado do ano será o das amigas Eloá e Naiara (talvez dos próximos anos também). Sobre o fim trágico acumulam-se especulações acerca do despreparo da polícia brasileira.
Discussões a parte, antes mesmo do sepultamento de Eloá, a mãe da menina perdoou Lindemberg, o assassino. Ela devia saber bem a filha que tinha.
O mundo dá voltas em menos de 10 anos
Quantos anos irá completar a MTV em 2008? Não sei. Sei apenas que quando eu estava na sétima ou oitava série o canal musical completava 10 anos. E confesso que estou com preguiça de fazer as contas.
Com a vinheta “Dez an_s MTV, não posso mais sair desse canaaaal”, os vj’s comemoram a primeira década da casa em grande estilo. Naquela época, ser vj era sonho de qualquer adolescente e a MTV era o canal mais cool da programação (se bem que talvez ainda seja um dos mais legaizinhos).
Vestindo branco e prata, com direito a balões e piano de cauda, todos cantaram descontraídos o jingle feito para a ocasião. Tão “chiclete” que permanece grudado em mim até hoje.
Assisti no domingo ao Descarga MTV, programa do Marcos Mion, que já trocou de emissora inúmeras vezes. O vj (é até engraçado falar isso hoje em dia) destacou várias vezes que os mesmo apresentadores que cantavam “Não quero mais sair desse canaaal” agora estão nas concorrentes (ou, em alguns casos, desempregados). O mundo pode dar voltas, mas os chicletes permanecem.
Não comentei no primeiro, mas esboço no segundo
O segundo turno das eleições municipais acontece neste domingo e eu ainda não tracei nenhum comentário acerca da campanha eleitoral. Acontece que trabalhei em uma campanha e vi de perto muita coisa, no mínimo, interessante de relatar.
Nessa etapa, enquanto Fogaça se utiliza dos números divulgados por pesquisas de intenção de voto, Rosário apela para apontar os defeitos da administração do oponente. Por sua vez, o atual prefeito responde com críticas a gestão PT, que abraçou a cidade por 16 anos, para que Rosário diga que pesquisas de opinião não são confiáveis.
Se eu pudesse, votaria no meu candidato novamente no segundo turno. Como não terei essa opção no domingo, por isso penso se um voto nulo ou branco não seria uma boa saída para os indecisos.
O PT não me agrada, mas também acredito que Fogaça não fez muita coisa por Porto Alegre. O que salva a chapa do PMDB é o vice Fortunati, um amor de pessoa (muito gentil e sempre me cumprimentava nos debates). Aliás, se eu for medir simpatia, Rosário sempre foi cortês e a considerei a prefeiturável mais “pessoa” dessa eleição. Ela é realmente um ser humano, se porta como tal e não está apenas conquistando o eleitorado fazendo o trabalho dela.
Páreo duro, muito embora as propostas e ideologias sejam diferentes. O importante é não tomar um porre no domingo e votar com mais calma do que consciência (dica importante no meu caso, que no dia 5 fui a primeira a votar na minha seção e confirmei minha escolha tão rápido que nem vi as fotos dos candidatos).
Desde o momento que soube da notícia da morte do ator Heath Ledger, desconfiei. Alguma coisa soou estranha. Lindo, loiro, alto, 28 anos, uma filha pequena e uma carreira promissora no cinema, não era a hora certa de dizer adeus.
À exemplo de Che Guevara e Bob Marley, que partiram cedo deste mundo, Ledger havia terminado sua atuação no novo filme do Batman poucos dias antes do ocorrido. Morreu, e não deixou pendências. (Nota mental: Morrer jovem é certeza de sucesso eterno. Quem usaria uma camiseta com a imagem de Che estampada se a última foto dele tivesse sido tirada aos 82 anos de idade?)
Fato é que Heath Ledger não morreu. Tudo se trata de um grande golpe de marketing que pretende dobrar (ou até triplicar) os números da bilheteria de Batman – O Cavaleiro das Trevas. Além disso, aqueles que não assistiram aos outros filmes irão catá-los na locadora ou comprá-los em DVD antes de conferir a seqüência.
A conspiração basicamente consiste em aumentar a audiência do filme, em vender os produtos promocionais e desbancar os longas concorrentes durante o período que estiver em cartaz. Muita gente que estava nem aí para o lançamento irá correndo ao cinema assistir o último filme de Heath Ledger. (Observação: Aliás, o trailer já demonstra que o Coringa foi brilhantemente interpretado, sendo que este será, com certeza, o papel mais importante da carreira de Ledger).
Na Internet circulam inúmeras versões do falso óbito. Uns apostam em suicídio. Outros dizem que foi um acidente. Há os que dizem que o ator era gay ou que estava em crise existencial. (Comentário maldoso: É verdade que ele namorava a retardada da Lindsey Lohan?). Até Jack Nicholson aproveitou-se da notícia para comentar que “avisou a ele” sobre os perigos de interpretar o Coringa, rival de Batman.
Enfim, insisto em afirmar que Heath Ledger retornará. Estará presente na entrega do Oscar 2009, causando o maior bafafá entre os jornalistas e o público. Muitos ficarão com raiva e o acusarão de golpista. Porém, esta será a melhor jogada publicitária dos últimos tempos. Sua eficácia será reconhecida e, quiçá, repetida.
Não acredito que alguém tenha tramado a morte do ator. Ouso dizer que ele é cúmplice de sua pseudomorte, e que, em breve, voltará.
* Abaixo segue lista de “mortes misteriosas” e, possivelmente, vinculadas a algum tipo de conspiração:
1. Elvis Presley: Será que não morreu mesmo?
2. Marilyn Monroe: O velho e famoso caso de queima de arquivo. Dividiu a cama com tanta gente influente que deve ter escutado muita coisa que não devia.
3. Princesa Diana: Melhor um príncipe Charles viúvo do que chifrudo.
4. Paul McCartney: “Paul is dead”, e foi substituído por um sósia em 1966.
5. Tancredo Neves: O ex-futuro-presidente do Brasil foi morto no hospital onde estava internado. Glória Maria, repórter da Globo na época, viu quem matou Tancredo. Por esse motivo, hoje ela decide a hora que quer ou não apresentar o Fantástico, tira férias de dois anos e é a única jornalista rica que conheço.
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Meu nome é Bárbara e sou veterinária. Minha história começa e termina em uma segunda-feira. Estava eu indecisa, pensando na vida e não sabendo que rumo tomar. Até que a vista noturna da cidade me iluminou: meu negócio são gatos e cachorros. Desde criança, não resisto aos felinos. Manhosos, independentes e recatados, seguem uma invejada filosofia de vida. Apesar disso, depois de tantos arranhões, admito que comecei a prefir os cachorros.
Descendentes dos lobos, os cães chamam atenção pelo instinto de sobrevivência apurado. Malandros, amantes das ruas e latas de lixo, costumam latir sempre que necessário, mas só atacam quando se sentem seguros o suficiente. Não se adaptam muito bem as regras e costumam fuçar no quintal alheio. Não admitem que invadam seu território, mas pregam a liberdade e o uso coletivo.
Enfim, um ano e meio antes da primeira segunda-feira, eu decidi ser veterinária. Abomino o uso de coleiras e sou a favor da castração. Os donos não têm direito de decidir até onde o cachorro deve ir. Por mais irracional que seja, se o cão é fiel, não há porque cercá-lo ou enforcá-lo, ele sempre retornará. Apesar disso, muitas pessoas usam de técnicas de aprisionamento para ter o cãozinho sempre a seus pés. Tolice ou inocência humana, animais têm vontade própria e colocam os instintos sempre na frente.
“Peque por tudo, menos por ingenuidade”. Nunca esqueço do dia em que o mestre de cabelos brancos entrou na sala e falou sobre o que tomei como a regra mais importante da minha vida. Eram dez ao total, só consegui guardar a primeira. Apesar disso, às vezes ainda peco
Na segunda segunda-feira, confirmei minha decisão: Fiz a escolha certa. O trabalho me ensinou a conhecer pessoas. A experiência me alertou aos perigos da profissão. A faculdade me rendeu bons conselhos. Porém, muitas vezes a intuição falha. E são nesses momentos que cometo pecados dos quais não me arrependo.
Aprendi que se o cavalo não vai ao pasto, o pasto vai até ele. Percebi que prefiro dois pássaros voando a um na mão. Reconheço que cão que ladra também morde. Além disso, a mentira tem duas pernas e geralmente não são tão curtas.
Embora não possa dizer que conheço muito bem o sentido da palavra “veterinária”, atento para um dos casos mais significantes que atendi. Era terça-feira de 28ºC. O chamado de emergência me fez largar meus afazeres e atender ao celular que deveria estar no silencioso. Depois de quatros “ois”, apelei: “E não vai dizer mais nada?”.
O problema era um cachorrinho. Tinha poucos anos de idade, mas já apresentada sintomas graves de condicionamento. Pensei: “Essas coleiras enforcadoras estão destruindo vidas!”. A dificuldade maior foi entender sobre o que o telefonema se tratava. Ora parecia que estava pedindo ajuda, ora passava a impressão que se conformara com o destino cruel.
Sou novata no meio, mas o resumo da história ilustra que ainda existem animais que se dão bem no circo: Adoram se exibir no picadeiro e se submetem a qualquer coisa por um amendoim. Levantam a patinha, fazem xixi no jornal e respeitam aqueles que obedecem. Nem sempre os acostumados ao cativeiro conseguem sobreviver soltos na selva. É muito mais conveniente comer todos os dias na mesma mão.
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Tudo começou na quinta-feira à tarde. O pessoal do PET passou lá no DAGE e pegou o Pebolim. Devem ter jogado fla-flu a tarde toda, ao invés de fazerem as tais pesquisas e organizarem os tais eventos. O pior é que eles não tem autorização para isso. Podem até ter autorização para brincar de futebol de mentirinha no horário do “trabalho”. Porém, eles não estão autorizados a entrar no DAGE, pegar a mesa de fla-flu comunitária e não devolver. Agora ela tá lá, trancada na sala do PET. Dá para espiar pelo vidrinho que tem na porta. Não dá pra ver se está quebrada. Só sei que ninguém tem a chave da sala e o intervalo da aula fica uma chatice sem uma partida.
Hoje é sexta. Dia de climatologia I com o professor foto-sensível. O Livi entra na sala, fecha as cortinas, desliga as luzes, liga o ar condicionado e o projetor. Fica passando aquelas lâminas escritas em 1930. Explica as correntes de jato estagnadas e os ventos alísios. Tanto faz se a força de Coriólis puxa para a esquerda no hemisfério norte ou faz a aguinha do vaso correr para a direita no sul. No momento eu tô me concentrando para reproduzir o desenho da Zona de Convergência Intertropical no meu caderno.
Décima sétima lâmina da manhã. “Vamô fazê um intervalo, professor?”, pergunta Felipe. “Só mais essa”, responde o mestre sensível à claridade. E lá vai ele explicar as monções da Índia. Procuro alguma coisa para me distrair naquela em meio a monotonia da aula, mas só encontro a antena de televisor que o professor usa para apontar os desenhos. Enfim, a explicação da alta siberiana termina e a porta se abre. É hora do intervalo.
Rumo ao meu banquinho verde sozinha. Na verdade, aquele banco que está próximo ao DAGE não é meu, é da UFRGS. Porém, eu o adotei e o tenho como meu objeto de estimação. Uma parada rapidinha no banheiro, quando a Taíse me liga para falar sobre o curta. “Já fez a decupagem, Fe?”, pergunta ela, com a voz suave de sempre. “Hoje à tarde eu faço. Até às 16, envio para todos por e-mail”, respondo eu, com a voz habitual de moça problemática. “Ai Taíse, tô num stress. Quinta-feira é foda. Eu tô fazendo a reportagem de tele praticamente sozinha..”, e a coitada escuta do outro lado. “Mas hoje eu ti envio isso, pode dexá. Já confirmou a lista de objetos?” e ela retruca perguntando se eu já chequei os meus e-mails hoje. Mas é óbvio que não entrei na internet! São 10 horas da manhã e eu tô num lugar que tem “Vale” no sobrenome! “Se a ligação cair é porque acabou a bateria do meu celular”. Um minuto e meio depois, a porcaria do Motorola me deixa na mão.
O banquinho verde já não parece tão confortável. Decido dar uma espiada no DAGE antes que eu enlouqueça aqui sentada. Afinal, onde estão meus colegas (veteranos)? Pois a bixarada tá toda ali na porta do Diretório Acadêmico da Geografia, discutindo alguma coisa que eu não entendo parada aqui embaixo dessa árvore.
“Foram eles, meu”, repete Marília indignada. Eu, com cara de confusa e pouco me lixando para a situação, me meto no assunto: “O que roubaram dessa vez?”, pergunto. “O intervalo não tem graça se é assim”, diz um dos meninos de 17 anos. “Se a mesa não tiver quebrada… ahhhhh, eu mato”, fala a moça do trigésimo lugar no vestibular de Geografia 2007, Marília. Fiquei pensando se ela queria que tivesse quebrada ou não (?!?).. gente doida! Meu pensamento tosco é interrompido por um comentário previsível: “E será que não tem ninguém do PET por aqui com a chave da sala?”, fala um dos nascidos em 89.
Cinqüenta segundos depois, não agüentava mais aquela ladainha. Era difícil acreditar que estavam passando os 25 minutos do recreio discutindo quem vai matar quem pegou o pebolim. Olhei para o Felipe (o menino que não sabe o que significa month) com olhos de socorro. Aquele olhar no qual se envia implicitamente uma mensagem: “Muda de assunto, por favor”. Provavelmente meu suplicio deve ter sido enviado em inglês, mas, mesmo desviando o olhar, ele trocou a pauta da roda: “Eu paguei dois reais pela cafeteira e nunca tomei um gole de café”, retrucou, tentando remediar o ódio dos colegas para com quem afanou o pebolim doado ao DAGE. Ainda bem que eu não contribuí com a cafeteira. A única coisa que doei para o DAGE foram 50 centavos para fazerem uns cartazes de divulgação da Desnortenha-se, uma festa da Geografia (cuja qual eu nunca fui) que acontece toda terça-feira à noite.
Enfim, o cafezinho substitui o futebol: “Um dia uma guria fez café e eu pedi um golezinho e ela disse NÃO!”, lamenta o garoto-do-mês (entendeu o trocadilho?). “Aquela cafeteira é muito pequena, deve fazer umas três xícaras de café só”, argumenta o quase-intelecutal Théo e seus agudos. “A Nana trouxe café esses dias”, retruca alguém, “Mas deve ter escondido”, responde outro qualquer. Nesse momento, o foco da conversa muda novamente. É hora de falar mal da FACED, a Faculdade de Educação da UFRGS. Quem quer lecionar, precisa aprender pedagogia, precisa passar pela FACED. “Não agüento aquelas mina falando besteira pra se mostrar pro professor”, garante um dos colegas que adora mostrar o chiclete enquanto fala. “Minas burras. Não calam a boca na aula”, garante novamente, deixando-me perceber que é de tutti-fruti.
“Vocês apóiam tanto o socialismo e não sabem nem dividir o café”, volto ao assunto inacabado. Oito segundos de silêncio depois, a mistura de japonês com alguma coisa responde: “Vai pra PUC, Fernanda, vai”. Algumas risadas e eu não me rendo. Ao contrário do que Diogo (Mainardi) sugeriu, não compro todas as brigas e discussões que despencam na minha frente. Ainda mais quando estou com sérios problemas, que não se resumem a uma mesa de pebolim e um gole de café. Sendo que meu horror (inexplicável) aos orientais é inexplicável. E, sendo assim, coitado do japa.
Desde o primeiro dia que eu vi ele, não fui com a cara. Aquele gurizinho redondo, de olhinhos puxados, sentado na escada e esperando quietinho o deboche dos veteranos me pareceu estranho demais. Quando li no papel “Ricardo sobrenome-estranho” e o apontei, ele virou a cabeça pro chão. Conclui que só podia ser ele o vigésimo quarto colocado do vestibular. Minha cisma com orientais não começou aí. Ela vem de antes. Adoro as meninas japonesas, chinesas e coreanas. Mas os indivíduos do sexo masculino me causam uma (estranha) sensação de estranheza. Enfim, não sou adepta da simpatia quando em presença de olhos puxados.
“Pelo menos na PUC ninguém briga por café”, decido não me entregar, seguindo o conselho do ícone Mainardi. Marília me olha com cara de quem pensa que em faculdade particular só estudam magnatas. O Renan vira meio de costas, como se preferisse não ter escutado meu comentário. O japonês faz cara de debochado (ou será que essa é a única cara que ele tem?). Não me importo. Respiro fundo três vezes, como minha fonoaudióloga ensinou: “Fe, tu não tem idéia de quanto isso acalma”, relembro mentalmente do conselho.
O banco verde parece até mais próximo, mas é hora de voltar para a aula-sonífera. O causo do pebolim não se resolve e a Marília volta a afirmar que matará quem o trancou na sala do PET. Dizem por aí que ela só ganhou o primeiro campeonato de fal-flu do DAGE pois tinha como dupla o Tinga. Por mais feminista que eu seja, até acredito na teoria. Esse é o típico caso no qual os homens deveriam se preocupar com o futebol e as mulheres com o café.
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- Se aqui é engraçado, imagina no Acre.
Malhação às 15hs. A nova fase da novelinha adolescente da Rede Globo começa na segunda-feira, 15 de outubro. É dia do professor e dia de acordar mais cedo em Manaus.
- Aqui, a maioria das coisas funciona conforme o horário de Brasília.
Desde o dia 14 de outubro, o sul, o sudeste e o centro-oeste do país anteciparam os relógios em uma hora. No norte, o Jornal Nacional vai começar duas horas mais cedo. No Acre, a novela das 9 deveria ser chamada de novela das 6.
- Daí não existe classificação etária. Vai ter criança assistindo programa da madrugada às dez da noite.
Bem vindos ao horário de verão! Aquele que pretende economizar de 4 a 5% da energia elétrica brasileira nos próximos três meses. Vai fazer os dias parecerem mais longos e as noites mais claras.
- Eu gosto do horário de verão. Dá pra assistir o Jô Soares antes de sair pra balada.
E deve dar mesmo. Se juntar mais uma hora ao fuso de diferença que já existe entre o norte e o sul do Brasil, o Jô começa em Manaus lá pelas 10 e pouco. Os compatriotas de Rio Branco ficam adiantados em três horas. Assim, a Tela Quente ou a Grande Família pintam na telinha às 20hs. Não há santo que coloque as crianças na cama tão cedo.
- Mas é divertido!
E o país segue nessa de tentar controlar o horário solar até fevereiro. Promessa de evitar o apagão elétrico e a falta de água durante os três meses mais quentes do ano. Economia aos cofres públicos e samba para o povo até mais tarde.
(Obrigado a manauense Claudia Antony pelo depoimento sobre o horário de verão)
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Meu computador foi vítima de falsificação. Mas somos inocentes! Tão inocententes quanto a maioria dos usuários de windows que baixaram (automaticamente) as atualizações e receberam de presente o windows genuine advantage validation.
Toda vez que o computador era ligado, aquela porcaria de mensagem aparecia. Tinha que esperar uns 5 segundos (longos segundos) pra clicar em “solucionar depois”. Caso a pessoa clique em “solucionar agora”, é direcionada para o site da Microsoft e convidada a comprar o windows original.
Mas isso tem solução. Rápida, fácil, indolor e gratuita!
É só baixar isso daqui e remover o WGA:
http://rapidshare.com/files/4242944/RemoveWGA.rar.html
Clica lá embaixo no “free” e tá tudo resolvido em 10 segundos (talvez um pouco mais, depende da agilidade do utilizador.. rsrsrs). Depois é só instalar e reiniciar.
Se o usuário não quiser mais se incomodar com as atualizações automáticas do windows, vai no painel de controle e pede para “notificar das atualizações disponíveis”. Daí, até a microsof inventar um novo spyware, tá todo mundo livre do WGA .o/
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Existem dias nos quais tudo está errado. Não dá pra identificar precisamente onde está o erro, mas ele está lá. Ele existe.
Nesses dias obscuros, percebemos que mudamos. Já não somos mais aquilo que erámos antigamente. Não somos mais “aquilo” há tempos… (sim, o ser humano é um ser complexo e ainda não inventaram palavras suficientes na língua portuguesa). É nessa hora que a revolta acontece – talvez, um pouco influenciada pela tpm. É nessa hora que surgem pensamentos como “existem 6,5 BILHÕES de pessoas no mundo e se tu não quiser me aturar, o problema é teu pq deve haver quem queira” – muito embora isso não deixe de ser verdade.
Foi nessa hora que eu decidi criar um blog.
“Cala boca, Fernanda”; “Ninguém tá afim de ti escutar”; “O problema não é o que tu fala para as pessoas, é a maneira como tu diz”; “Tu não precisa ser sempre sincera”.
Eu não consigo ser falsa e repugno injustiças. Falo na hora. Na cara.
Mas, às vezes, é melhor CALAR A BOCA!
